O que seu filho está aprendendo hoje vai garantir o futuro dele?

Se você está preocupado(a) com isso,
leia este documento agora.

Você vai aprender como preparar crianças e jovens para não serem parte de um futuro onde especialistas concordam que mais de 90% das pessoas farão parte de uma nova classe:
A CLASSE DOS INÚTEIS.

 

ATENÇÃO

Este documento foi escrito para pais e profissionais da educação que estão realmente preocupados com a situação de educação, não apenas no Brasil, mas no mundo.

Mas se você acredita que a escola, do jeito que está, pode melhorar e resolver os problemas que estão surgindo hoje, principalmente relacionados com o avanço da inteligência artificial e uso de robôs (os quais vão substituir os humanos na maioria das tarefas e profissões existentes) este documento não é para você.

Caso você esteja satisfeito com a escola ou faculdade onde você trabalha ou onde seus filhos estão estudando, ou pensa que para resolver os atuais problemas bastaria aperfeiçoar as instituições de ensino, preparando melhor o corpo docente, com investimentos em infra-estrutura e métodos modernos para o desenvolvimento cognitivo das crianças e jovens, você não vai se interessar pelo que estamos falando aqui.

A verdade é que se você pensa que a função da escola é preparar seu filho para passar em uma ótima faculdade, e que ela poderá garantir uma profissão e uma situação de vida promissoras, você está enganado. Neste documento você vai entender por que.

Quem não fará parte da classe dos inúteis

Existem algumas pessoas no mundo que não vão enfrentar este problemas.

Quem são essas pessoas? São aquelas que conseguiram desenvolver uma inteligência tipicamente humana, ou seja, uma inteligência sintonizada com o emocionar humano.

Preste atenção sobre o que NÃO estamos falando:

  • não é sobre uma inteligência considerada superior a de outros animais ou de outros seres vivos;
  • não é da inteligência prodigiosa das máquinas que ainda serão inventadas, dos futuros seres cibernéticos;
  • também não é – aqui parece estar uma novidade – da inteligência extraordinária de indivíduos extremamente bem dotados de capacidades cognitivas, de prodigiosa memória e de formidável raciocínio lógico.

Não. A inteligência tipicamente humana é aquela inteligência empática, é uma inteligência colaborativa e criativa.

Essa afirmação é surpreendente também porque desconstitui as teorias cognitivistas da aprendizagem voltadas a maximizar a inteligência (da qual qualquer robô será dotado). Ela significa que não é a quantidade de inteligência (passível de ser medida pelos indicadores de inteligência comumente usados nos testes de inteligência) que caracteriza a inteligência tipicamente humana e, ao mesmo tempo, que nossa inteligência não é superior a de outros seres vivos (inclusive de outros animais humanos) e, ainda, que podemos ter inteligências extraordinárias de indivíduos humanos que não são tipicamente humanas.

A inteligência tipicamente humana é uma inteligência humanizante, portanto, social.

O Projeto Humana.Social

Somos Augusto de Franco e Marcelo Maceo, e fazemos parte do Projeto Humana.Social, uma rede de pesquisadores que investigam há mais de 10 anos a aprendizagem tipicamente humana.

O Projeto Humana.Social compartilha seus estudos gratuitamente através do site Humana.Social, pela newsletter ou através da sua página no Facebook, atualmente com quase 200.000 seguidores do mundo todo.

Algumas dessas investigações são convertidas em cursos online teóricos e práticos, cujas inscrições permitem que esses continuem se dedicando ao aprofundamento de uma visão interativista da aprendizagem tipicamente humana. Não somos subsidiados por nenhuma instituição de ensino ou empresa, e temos como única fonte de renda os cursos que desenvolvemos.

Veja o que algumas pessoas estão dizendo sobre nossos cursos:

Pessoal, este curso é genial! Estou gostando muito. É uma oportunidade única para refletirmos criticamente sobre uma das funções mais importantes da sociedade, que é a educação. Os pensadores escolhidos são ícones do humanismo e da liberdade. Participar desta experiência e desta comunidade aprendente é algo transformador. Ninguém sairá como entrou. – Ruy Mattos

O programa é uma prática do que considero o tipo de aprendizagem em que acredito: ninguém ensina nada a ninguém, as pessoas aprendem por meio de sua motivação, através da interação com os outros e com o meio. Há um bom tempo pesquiso e promovo discussões sobre as mudanças que acredito serem fundamentais na forma como cuidamos do aprendizado de crianças e adultos em nossa sociedade. Tudo tem mudado numa velocidade muito grande, mas a escola se mantem reproduzindo a mesma estrutura social (controle e cultura) de nossos avós. Este programa traz conforto, pois encontro muitas pessoas que acreditam nessa necessidade, como o conforto de uma tribo. E ao mesmo tempo, traz a angústia da urgência de propagar mais e mais estas sementes das ideias de mudança. Agradeço pela disposição e atenção a estas questões que considero imprescindíveis para o nosso caminhar humano. – Lucia Sendim

Abordagem diferenciada. Simplesmente enriquecedor. – Bruno Fernando Riffel

Estou fazendo o programa e achando excelente! Todos os materiais facilitam a leitura, em especial os textos selecionados com as marcações para acompanhar nos encontros online! E o material é muito bom, são grandes provocações de pensadores que enxergaram as contradições e problemas na escola e na sociedade como um todo, e que fazem pensar quais os melhores caminhos daqui pra frente! Altamente recomendável para qualquer um que tenha interesse no tema Educação!
– Eric Villaverde

Caros Augusto de Franco e Marcelo Maceo. Quero externar, na condição de professor universitário, o quanto estou aprendendo com o curso “Para onde vai a educação”. Por três motivos, dentre outros. Primeiro por percorrerem uma trajetória que não é aquela dos processos hierárquicos, escolásticos e epistêmicos das nossas universidades, colégios e escolas, substratos físicos de toda nossa estrutura de ensino e aprendizagem, focada no conteúdo e não a pessoa. Para isso, vocês realizam leituras e comentários detalhados dos escritos de pensadores, como afirmam, “fora da caixa” – praticamente desconhecidos em relação aos pensadores, digamos, “dentro de caixa” -, que têm como foco dos seus enunciados e narrativas, a pessoa e não o conteúdo. Logo, percebemos que se trata de uma visão de aprendizagem interativa mais condizente, portanto, com processos que valorizam metabolismos em redes horizontais de fluxos abundantes, livres e distribuídos, não hierárquicos. Segundo, observo que procuram apresentar aquilo que há de melhor em suas trajetórias profissionais, fator responsável pela densidade dos argumentos colocados em todos os momentos, o que nos estimula bastante. Terceiro, o suporte operacional de Maceo e sua atenção são impecáveis, o que amplia o nosso prazer de acompanha-los, do outro lado da telinha. Grande abraço, – Eduardo Teixeira de Carvalho

Caros leitores, me inscrevi no curso com expectativa de que seria muito bom, mas este superou todas minhas expectativas. A narrativa e comentários do Professor Augusto Franco são simplesmente esclarecedoras. Recomendo a todos, é uma visão nova de como caminharmos ao longo de três séculos permanecendo absolutamente no mesmo lugar. Parabéns pela iniciativa 👏👏 – Marco Antonio Tramonte

Escrevemos este documento para compartilhar com você a nossa recomendação para o problema da educação, que não nos prepara mais para um mundo onde a inteligência artificial já substitui empregos desempenhando tarefas cognitivas de forma muito mais rápida e eficaz que os próprios humanos.

Alertamos que esta descoberta está sendo compartilhada com pouquíssimas pessoas, e se você chegou até aqui, terá a oportunidade de conhecê-la e inclusive aprender como resolver este problema.

O que crianças e jovens deveriam aprender hoje para não serem substituídos pelo que os robôs (já) podem fazer?

Esta deveria ser a pergunta mais importante para ser respondida por aqueles que estão preocupados com a educação. Vejamos por que.

Você sabia que na Alemanha um robô já está entregando pizzas, e que esta rede de pizzarias já atua no Brasil?

Ok, talvez um futuro trabalho como entregador de qualquer coisa não seja o que a maioria busca, mas você conhece algum jovem com o sonho de ser advogado? Saiba que na Califórnia, quem se envolve com qualquer problema no trânsito, não precisa mais procurar advogados para apresentar qualquer recurso. Hoje, um robô com inteligência artificial é capaz de elaborar petições para qualquer coisa, sem ser necessário que você procure um despachante, um defensor, nem tenha que dar qualquer telefonema.

Já estamos vivendo nessa era. Não é um cenário futuro nem um filme de ficção científica.

Os americanos chamam isso de jobless growth, ou crescimento sem empregos. Você pode estar pensando que na história, sempre que a tecnologia avançou ameaçando empregos, nós fomos capazes de nos adaptar.  Foi assim na Inglaterra do século 19 com as máquinas de tear, ou nos Estados Unidos do século 20 com os carros de Henry Ford, mas…

Sabe qual a diferença?

A diferença é que desta vez não serão apenas os empregos de baixa qualificação que serão afetados. O mesmo robô-advogado que citamos, pode ler mais de 1000 tomografias por hora. E sabe o que os próprios médicos concluíram? Que estes robôs conseguem analisar e realizar diagnósticos com 99% de acerto!

Então eu lhe pergunto: seu filho(a) deseja ser médico? Saiba que esta é uma das profissões mais ameaçadas no futuro próximo. Big Data, um mundo hiper-conectado, Internet das Coisas, capacidade de processamento exponencial, computação na nuvem, boom! Temos robôs analisando sua saúde em tempo real, fazendo recomendações nutricionais, comprando os alimentos corretos no mercado, preenchendo sua geladeira com o que você realmente precisa, diagnosticando qualquer sintoma em tempo real, ministrando vitaminas, minerais e medicamentos e até, fazendo cirurgias do coração!

Agora, imagine que além de termos robôs substituindo profissões de alta qualificação, como advogados, médicos, engenheiros e muitos outros, por outro lado nós temos um custo de mão-de-obra baixíssima como na China ou na Índia (beneficiados pela globalização), já sendo substituída pelo fenômeno da chamada indústria 4.0 ou da quarta Revolução Industrial.

Isso significa que impressoras 3D, internet das coisas (IoT), cloud computing, nanotecnologia e muito mais, estão aumentando a produtividade das fábricas com o acesso facilitado (e cada vez mais barato) à essas tecnologias, que pouco se preocupam em preservar empregos.

Daqui a apenas 20 anos estimativas recentes indicam que cerca de 50% dos empregos poderão ser eliminados. E, ao mesmo tempo, ao invés de novos tipos de emprego serem criados com estas tecnologias, pelo contrário, o crescimento é espantosamente menor que o das outras vezes que passamos por isso na história: não chega nem a 4% nos melhores países.

Robôs que sabem ler textos e fazer cálculos já existem há algum tempo, mas somente agora é que eles também podem ver, ouvir e falar. Alguns cientistas, como Stephen Hawking ou Vernos Vinge, prevê que em menos de 15 anos os computadores e robôs serão equivalentes aos seres humanos.

E você? Acha isso possível? Pode ser… Mas somente se mantivermos válida uma única condição: os humanos continuarem se comportando como robôs.

O principal problema da educação, ou por que os modelos escolares da Finlândia ou da Coreia do Sul não são a solução

Muitas pessoas estão preocupadas com a Inteligência Artificial. Alguns imaginam que as máquinas, os programas, os algorítimos, vão acabar substituindo os humanos. Outros têm medo de que os seres cibernéticos, os robôs ou os androides dominem os humanos.

É verdade que as máquinas poderão fazer muitas coisas que os humanos fazem hoje. Mas isso significa apenas que os humanos estão fazendo coisas que não são propriamente humanas (ou seja, coisas que só eles podem fazer). Quebrar e carregar pedras, levantar paredes, recolher lixo, fabricar peças, montar e dirigir veículos, projetar construções, resolver cálculos, aplicar técnicas cirúrgicas e uma infinidade de outros trabalhos e atividades podem ser feitos por máquinas. Sinal de que, quando fazemos isso, estamos, de certo modo, cumprindo funções de máquina. Países que investiram massivamente em educação, como a Finlândia ou a Coreia do Sul, o fizeram pensando principalmente no desenvolvimento econômico (o que envolve a capacitação para atuar no mercado de trabalho), tanto que são estes os índices que aparecem para atestar que realizam uma educação de sucesso. Sucesso? Talvez para futuros humanos-robôs.

Para realizar esses tipos de trabalhos, os humanos usaram ferramentas e máquinas não inteligentes. Mas o pior é que os humanos também usaram outros humanos transformando-os em máquinas. Ao fazerem isso, também se transformaram em máquinas. Quer dizer que essa história de que as máquinas controlarão os humanos é muito antiga.

De qualquer modo, para realizar trabalhos de máquina, usamos nossa inteligência. Essa inteligência que usamos será parecida com a inteligência artificial que as novas máquinas usarão. Mas, em geral, não usamos nossa inteligência tipicamente humana para fazer qualquer coisa que máquinas puderam ou poderão fazer.

Então o grande problema hoje, quando caminhamos para mundos em que a inteligência artificial terá uso generalizado, é saber como desenvolver nossa inteligência tipicamente humana.

O que somente humanos podem aprender? Ou como desenvolver uma inteligência tipicamente humana?

Esta deveria ser a preocupação principal dos que se dedicam à chamada educação ou dos pais com o futuro dos seus filhos. Não a de querer competir com as máquinas inteligentes, nem ficar buscando formas de aprimorar a capacidade de resolver problemas, de aumentar a memória e de potencializar outras capacidades cognitivas que não são exclusivamente humanas e poderão ser exercidas por máquinas inteligentes e sim como ensejar que as pessoas que vão viver no futuro próximo da Inteligência Artificial aprendam a projetar mundos em que humanos possam se libertar das tarefas de máquinas e não se transformem – ou não transformem outros humanos – em máquinas.

É incrível. Há quase meio século algumas pessoas já tinham antevisto tudo isso. Jiddu Krishnamurti (1972), por exemplo, teve a liberdade suficiente para afirmar que “aprender é um movimento não ancorado no conhecimento. Se está ancorado, não é um movimento. A máquina, o computador, estão ancorados. Esta é a diferença básica entre o homem e a máquina. Aprender é estar vigilante, ver. Se você vê com base no conhecimento acumulado, então o ver é limitado e não há coisa nova no ver… Nossa educação é a obtenção de um volume de conhecimentos, e o computador faz isso mais rápido e mais acuradamente. Que necessidade há de tal educação? As máquinas irão encarregar-se da maioria das atividades do homem. Quando você diz, como as pessoas dizem, que aprender é a obtenção de um certo volume de conhecimento, nesse caso, você está negando — não está? — o movimento da vida, que é relacionamento e comportamento” (cf. KRISHNAMURTI, Jiddu (1972) em “A única revolução” — originalmente intitulado “A outra margem do caminho”, organizado por Mary Lutyens — São Paulo: Terra Sem Caminho, 2002).

Inteligência artificial e inteligência humana

Yuval Harari – autor do bestseller Sapiens (2015) – pergunta o que faremos daqui a 30 ou 40 anos, quando a Inteligência Artificial estiver generalizada. Como um cara – especula ele – que foi motorista de caminhão a vida inteira vai conseguir se reciclar de repente como designer de mundos virtuais? Não vai dar. Então ele conclui que vai surgir a “classe dos inúteis”, dos que não são necessários para a vida produtiva. E que, para evitar isso, temos que ensinar as nossas crianças (agora, não daqui a 30 ou 40 anos) novas coisas, para que elas se preparem para o novo mundo futuro quando chegarem lá. Parece fazer sentido, mas há um problema.

Quem é que vai construir esse mundo do futuro próximo (daqui a 30 ou 40 anos) senão as crianças e jovens de hoje? Não serão, certamente, os que hoje comandam a Sentient Technologies, o Google, a IBM, a Microsoft, a Apple, a Amazon, o Facebook – que já estarão todos bem velhinhos na época (com 90 anos ou mais). Serão as crianças de hoje que vão moldar o novo mundo da inteligência artificial.

Nós nem sabemos – e é mesmo impossível saber agora – quais serão as novas habilidades e os conhecimentos necessários que serão requisitados pelo mercado futuro, tanto em termos de empregabilidade quanto de empreendimentos. E é meio inútil tentar adivinhar. Se nos dissessem, há 30 ou 40 anos, que haveria algo como a internet e a internet das coisas, as mídias sociais, os smartphones, o Bitcoin e o Blockchain, a impressora 3D e que uma biblioteca toda caberia num pendrive, nós não acreditaríamos (nem conseguiríamos imaginar o que seria um pendrive). Mas a questão é que ninguém seria capaz de nos dizer isso há 30 ou 40 anos! Ninguém. Da mesma forma, não podemos dizer o que existirá daqui a 30 ou 40 anos.

Então não se trata de ensinar qualquer coisa para que nossas crianças, quando chegarem à idade adulta, tenham menos dificuldade de se adaptar (sobretudo porque não sabemos quais são tais ensinamentos), como se o novo mundo presidido pela Inteligência Artificial fosse surgir por geração espontânea ou estivesse sendo construído por alienígenas das Plêiades. Mas, infelizmente, há escolas, pais e professores que acreditam que isso seja possível.

O que temos que ensejar é que crianças e jovens sejam suficientemente criativas – e humanas – para aprender a moldar o mundo que virá (para que esse mundo futuro seja mais-humano e não menos-humano, desumano e nem extra-humano, sobre-humano). O que se espera é que elas não moldem um futuro tipo Skynet (da série O Exterminador do Futuro), em que máquinas controlarão os humanos, mas sobretudo que não repitam o passado, do mundo em que vivemos nos últimos milênios, em que humanos controlam humanos transformando-os em máquinas. Ou seja, o que se espera é que elas desenvolvam a inteligência tipicamente humana, que é coletiva, sim, é uma inteligência de rede (de pessoas), mas não é a inteligência de animais, de máquinas ou de seres alienígenas.

Grande parte do que se propõe (ou se antevê) que a IA deve fazer, pode ser coisa que é feita por humanos, mas não coisas que são essencialmente humanas, no sentido de tipicamente humanas. Pelo contrário, o que é propriamente humano ela não fará. Ou seja, a IA não é uma inteligência tipicamente humana. Então, o que nós podemos fazer agora?

Toda pessoa pode ser um CIENTISTA.
Toda pessoa pode ser um ARTISTA.
Toda pessoa pode ser um EMPREENDEDOR.
Toda pessoa pode se sintonizar com outras pessoas para CRIAR NOVAS REALIDADES SOCIAIS.

O que já podemos fazer agora para antecipar as mudanças que estão vindo e que estão tornando obsoletos os nossos sistemas educacionais?

Quando se faz esta pergunta, as pessoas pensam logo em um novo tipo de escola. E então retrucam: como vocês organizariam uma (nova) escola?

A resposta é clara: bem… nós não organizaríamos. Escola, escola, não! As razões serão expostas em numerosos textos de pensadores heterodoxos da educação que você vai conhecer e que, se tivessem sido seguidos, não levariam à educação que temos.

Mas se alguém nos perguntasse como configurar um ambiente (inovador) de aprendizagem, nossa resposta também seria simples. Proporíamos um conjunto de eventos, simultâneos ou sucessivos (que poderiam se repetir periodicamente – se fosse o caso, quer dizer, se houvesse interesse ou desejo dos interagentes).

Basicamente seria mais ou menos assim. Para começar, quatro tipo de eventos:

Feira de Ciências | As feiras de ciências já são conhecidas, sobretudo nos Estados Unidos, onde têm mais tradição nas escolas, mas isso pode ser feito em qualquer lugar. As pessoas se juntam para investigar qualquer coisa que queiram conhecer mais profundamente e os resultados da investigação conjunta são então apresentados a todos que estão participando do evento e a convidados. O esforço propriamente científico resulta numa nova explicação baseada em observação sistemática e investigação segundo o chamado método científico aceito (que não se reduz ao chamado método experimental mecanicista e sem excluir outros procedimentos que possam ser apreciados objetivamente e reproduzidos por terceiros). Pode haver também o desenvolvimento e apresentação de novas tecnologias a partir dos conhecimentos obtidos, mas a feira de ciências não deveria se transformar em feirão de geringonças ou de construção de artefatos.

Oficina de Artes | As pessoas apresentam e compartilham suas criações artísticas, individuais e, de preferência, coletivas. Cada oficina dura o tempo suficiente para as pessoas criarem coletivamente qualquer coisa, sempre em diferentes grupos.

Festival de Ideias | As pessoas apresentam suas ideias e colocam-nas para namorar com outras ideias, as ideias congruentes se juntam e, a partir daí, são cocriadas pelos seus autores para virarem projetos realizáveis. O processo se baseia em cocriação interativa e vai resumido a seguir. Pessoas que têm ideias nascidas de seus desejos vão para um lugar encontrar outras pessoas que também têm ideias nascidas de seus desejos. Ao chegar lá essas pessoas conversam umas com as outras, contam quais são as ideias que estão a fim de concretizar e a partir daí formam-se grupos dos interessados em desenvolver algumas dessas ideias. Como são várias ideias, formam-se vários grupos. E como uma ideia, em geral, não vira um projeto em uma única sessão, esses grupos tornam a se encontrar para continuar desenvolvendo as ideias em que estão trabalhando. E daí constituem (ou não) comunidades de projeto estruturadas em rede. Atenção: é tudo para valer. Daí podem surgir startups, iniciativas sociais e, até, iniciativas públicas de desenvolvimento local.

Virada Cultural | Vale quase tudo. Organizam-se múltiplas apresentações de dança, canto, declamação de poesias, leituras compartilhadas, contação de causos, concertos, coros, bandas, jogos, gincanas etc. É festa.

Mas tudo aqui é festa, quer dizer, não é atividade rotineira cacete.

Se esses eventos forem distribuídos no tempo, haverá sempre atividade interativa. Ou seja, haverá sempre oportunidade de livre-aprendizagem. Porque as pessoas têm que criar ou inventar para aprender. E têm que fazer isso interagindo, em rede: ou seja, têm que se livrar do heterodidatismo para abraçar o alterdidatismo.

Como se pode perceber, esse sistema de eventos de criação-aprendizagem não seria propriamente uma escola. Seria mais uma não-escola, no sentido de que não seria uma burocracia do ensinamento.

Uma coisa importante para tudo isso funcionar. Os eventos seriam abertos a qualquer pessoa, independentemente da idade e da escolaridade (dos graus, certificados, diplomas). Tem que entrar água nova continuamente, quer dizer, novas pessoas. Somente a entrada de novas pessoas pode impedir que o fluxo seja aprisionado gerando uma instituição hierárquica (como uma escola, por exemplo) – o que matará a criatividade e a inovação.

Ou seja, não se trata de inventar novos conteúdos para transmitir, nem de elaborar novas grades curriculares. E sim de desenvolver aquelas capacidades tipicamente humanas, que as máquinas inteligentes do futuro não poderão desempenhar. Trata-se de ensejar que os aprendentes possam aprender a aprender e continuar aprendendo o tempo todo, quer dizer, se adaptando às mudanças do meio e, de certo modo, criando esse meio a partir de uma perspectiva humana (e não sobre-humana, extra-humana ou desumana).

Mas se você quiser saber como, concretamente, criar os ambientes de aprendizagem sugeridos acima através de tecnologias sociais que ensejam o desenvolvimento de uma inteligência tipicamente humana, lhe convidamos para participar de uma Mentoria onde você vai aprender:

Como Configurar Ambientes Inovadores de Aprendizagem

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Criamos um curso que reúne todos os fundamentos teóricos que você vai precisar acompanhado de uma Mentoria ao vivo conosco que vai detalhar todo o processo PRÁTICO.

PARTE TEÓRICA

Você terá um período de 2 semanas para conhecer as bases teóricas do que estamos propondo. Caso você já tenha feito o curso “Para onde vai a educação?”, você já sabe tudo isso. Se ainda não fez, você terá acesso aos CONTEÚDOS GRAVADOS de todos os módulos deste curso.

Para perceber quais as novas direções que as transformações na aprendizagem tomarão, é necessário conhecer as principais críticas que foram feitas à educação tradicional, sobretudo no último século. Existem autores que questionaram os velhos processos educativos cujos pensamentos não podemos deixar de conhecer para entender quais são os seus pontos críticos. É possível identificar cerca de uma dúzia de textos fundamentais que sintetizam as visões desses novos pensadores da educação, como:

 Tolstoi e os críticos da invenção da educação pública,
 Foucault e os que denunciaram o uso da educação como adestramento,
 Carl Rogers e os que mostraram por que a escolarização é despessoalizante,
 John Holt e os que perceberam que ensinar não produz aprendizagem,
 Ivan Illich e os teóricos do unschooling que revelaram que o problema não está somente na escola e sim na sociedade escolarizada,
 Krishnamurti e os não-cognitivistas,
 George Siemens e os conectivistas,
 Maturana e os demais interativistas que surgiram a partir do desenvolvimento da nova ciência das redes.

Se encontrarmos as sementes de mudança que foram plantadas por esses pensadores heterodoxos da educação, ficará mais fácil vislumbrar os novos caminhos que podemos seguir em nossas práticas educativas atuais para ficar sintonizados com a mudança que está vindo, em especial agora que a sociedade está ficando mais interativa e que a inteligência artificial vai se encarregar de muitas das tarefas que sempre foram executadas por nós. Mais um motivo para tentarmos descobrir quais são as características de uma aprendizagem tipicamente humana, que nunca poderá ser realizada por máquinas ou programas inteligentes.

No programa “Para onde vai a educação?” já abordamos essa parte teórica. Trata-se de  um programa de leitura conjunta e reflexão compartilhada que foi realizado no Facebook durante 13 sessões semanais.

Você será adicionado aos grupos no Facebook dedicados ao estudo dos textos de cada um desses autores e também terá acesso a uma área de membros exclusiva no site Humana.Social com todos os materiais. Resumindo, você terá acesso a:

 Todos os grupos secretos do Facebook (13 no total) dedicados ao estudo dos textos de cada um desses autores;
 Gravação de todos os vídeos da leitura conjunta e reflexão compartilhada para assistir quando puder e quantas vezes quiser;
 Textos de cada autor em HTML e também em arquivo PDF;
 Perguntas provocativas que estimulam a reflexão sobre as críticas abordadas por cada autor;
 Indicação de bibliografia complementar de cada texto;
 Indicação de filmes e documentários complementares às reflexões;
 Poderá interagir sobre as críticas nos respectivos grupos do Facebook com outros membros;
 E fará parte da comunidade Humana.Social, encontrando várias pessoas comprometidas com a aprendizagem em diferentes níveis e áreas de atuação.

Do dia 31 de agosto ao dia 14 de setembro, você se comprometerá a ver os vídeos ou ler os textos dos autores, como pré-condição para a Mentoria da parte PRÁTICA.

PARTE PRÁTICA – MENTORIA

A Mentoria ocorrerá todo sábado, no período da manhã, em horário a combinar com o grupo de 10 pessoas por votação. Não será possível realizar a Mentoria em outro dia ou horário fora do período da manhã. Portanto, caso não seja possível participar neste horário, você terá acesso às reuniões gravadas e, ainda, à uma mentoria exclusiva 1-a-1 com você, que poderá ser realizada no melhor dia e horário.

Nesta Mentoria você não será um expectador, apenas ouvindo e vendo alguém falar. Você também poderá participar ativamente da conversa, falando no próprio vídeo online. Sua imagem e sua voz serão vistas por todos e também ficarão gravadas. Por isso o grupo é limitado a 10 pessoas.

Você terá acesso a:

 4 mentorias online ao vivo com o grupo de 10 pessoas, semanais, sempre aos sábados, com início dia 15/09/18 e término no dia 06/10/18.
 1 mentoria pessoal, marcada no melhor dia e horário para você, que deve ser realizada até uma semana após o término das mentorias em grupo (ou seja, entre os dias 08 e 13 de outubro)
 A gravação das mentorias serão disponibilizadas na área de membros do Humana.Social e no respectivo grupo secreto no Facebook.

Durante as mentorias, teremos:

 Exemplos de iniciativas no Brasil e no mundo que auxiliam o desenvolvimento de uma inteligência tipicamente humana;
 Dúvidas respondidas ao vivo;
 Materiais de leitura complementar;
 Explicação de tecnologias sociais e formas de aplicá-las capazes de ensejar nossa proposta baseada na evolução de Interactive Co-Creation, Co-investigação e Open Spaces.
 E ainda, a Mentoria Exclusiva de 1h apenas com você, onde poderemos aprofundar suas questões e auxiliar a execução de seus projetos.

Se você já está decidido e quer fazer a sua inscrição agora…

Siga As Orientações Abaixo
Para Garantir Sua Vaga!

A partir deste exato momento, estão abertas as vagas para você ser uma das 10 pessoas que vão conseguir garantir o seu lugar no curso e mentoria “Como configurar ambientes inovadores de aprendizagem”.

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Agora, se apareceu uma mensagem dizendo:

“Sinto Muito, 100% das vagas já foram preenchidas…”

Então você perdeu a chance de participar…

Eu só gostaria de te fazer uma única pergunta:

Quanto você pagaria para que seu filho, crianças e jovens, pudessem aprender a aprender, a criar, a inovar, a se adaptar facilmente às mudanças do mundo, não sendo pegos de surpresa pelo futuro imediato da I.A.?

Antes de responder mentalmente, considere o que milhões de crianças e jovens poderiam fazer se tivessem a oportunidade de desenvolver uma capacidade que não os tornassem substituíveis por máquinas super inteligentes e eficazes em tudo que fazem.

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